quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Terceira fase da industrialização brasileira


Esta fase se iniciou junto ao governo de Juscelino Kubitschek, o ano de 1956. Esta fase ficou conhecida como o desenvolvimento acelerado, pois pode-se dizer que este foi o momento de maior crescimento industrial do Brasil.
            
     ( JK quando foi eleito)
Este período foi marcado pela internacionalização da economia brasileira por meio da aliança entre o capital nacional e o estrangeiro, ou seja, entrada de várias empresas estrangeiras no país, principalmente as produtoras de bens duradouros, como a do setor automotivo.
                                             (Visita de JK a uma fábrica de automotivos)
O governo de JK elaborou o plano de metas que dedicava mais de 60% dos recursos orçamentário para o desenvolvimento dos setores de energia, transportes, indústrias de base, alimentação e educação, que facilitaram a instalação das indústrias no país. Nesse período, o governo federal pôs em prática uma política de incentivos fiscais, tarifários e de créditos abundantes, facilitando a instalação das indústrias estrangeiras no país, consequentemente fazendo com que assim houvesse um impressionante crescimento industrial no país.
Para concretizar esse plano o governo agiu de forma que foi necessário a obtenção de grandes empréstimos com as instituições financeiras internacionais, elevando o endividamento externo, aumentando a dependência econômica do Brasil em relação aos países mais ricos. Nesse período também ocorreu a construção de Brasília, no Planalto Central.
(construção do Planalto Central em Brasília)
O desenvolvimento industrial que se iniciou na década de 50 continuou durante o período militar (1964-1985), no governo do general Emílio Garrastazu Médici. Essa continuidade da política de incentivo industrial proporcionou maior crescimento econômico, tornou o período conhecido como milagre econômico brasileiro.
Foi introduzido programas de financiamento ao consumo, destinado a classe média e incentivo as exportações de produtos manufaturados. Com isso a economia do país cresceu a níveis desconhecidos e a dívida externa junto a concentração de renda aumentaram.
Esta fase da industrialização brasileira tem sua duração até nos dias atuais.
(charge crítica de como foi o governo de JK para o povo).
Fontes de pesquisa:
 http://www.mundovestibular.com.br/articles/4255/1/INDUSTRIALIZACAO-BRASILEIRA/Paacutegina1.html

By: Eduarda Mayra e Henrique Fernandes, 2º D

EMPRESAS ESTATAIS


Empresas Estatais é um termo usado para designar empresas em que o governo detém ações. Ou seja, uma empresa que a maior parte do capital pertence ao governo, ao patrimônio da nação.
Estatal é um adjetivo que é aplicado para se referir àquilo que está associado ao Estado, (estrutura formada por instituições encarregadas de guiar o funcionamento de uma comunidade dentro de um determinado território).
Essas entidades são dirigidas por governantes. Numa sociedade democrática, aqueles que chegam ao governo são eleitos pelo voto dos cidadãos em eleições livres. Desde 1990, 41 empresas estatais foram privatizadas no país.
Estatal, definitivamente, é tudo aquilo que se encontra sob o controlo do Estado. Desta maneira, é possível falar de diversas instituições ou dimensões estatais.


Exemplos de Empresas Estatais:

        Banco do Brasil;
        Petrobás;
        Eletrobás;
        BR Distribuidora;
        Sabesp;
        Liquigás;
        Casa da Moeda.
Dentre as empresas citadas todas apresentam uma economia chamada mista, ou seja, a maioria do capital é detido pelo governo, porém tem sócios privados.

By: Beatriz Miranda e Isabella da Luz, 2º A.



Características da indústria moderna


 A indústria moderna é muito diferente da atividade industrial que surgiu no fim do século XVIII, na Inglaterra. Hoje, as atividades industriais acontecem em grande escala. As multinacionais dominam o cenário econômico, expandindo seus negócios para diversas nações.

Com a globalização, as indústrias evoluíram. A finalidade da indústria continua a mesma: transformar matéria-prima em produtos e bens de consumo. Para isso, são utilizadas a força de trabalho humana, as máquinas, os robôs, os computadores de última geração e a energia elétrica.

Cada tipo de indústria necessita de condições específicas para existir e atuar. A saúde financeira de qualquer indústria depende de um mercado consumidor, de preços competitivos, e do custo final de produção, que é responsável por estabelecer o preço final que o consumidor pagará: quanto mais barato o processo de produção, mais acessível ao consumidor será o produto. Além disso, as indústrias visam o lucro, por isso precisam de estratégias de marketing eficientes para disputarem o mercado.

A indústria de hoje ainda precisa de uma boa rede de transportes e de telecomunicações, além de matérias-primas e o desenvolvimento de alta tecnologia. Um desafio para as indústrias é encontrar mão-de-obra qualificada e boas empresas satélites que possam servir como fornecedoras.

Um segundo desafio é saber lidar com os altos impostos cobrados por algumas nações. O bom desempenho financeiro de uma indústria depende de bons gestores, contadores, engenheiros e recurso humano valorizado e estimulado.

Hoje, as empresas seguem uma tendência de atribuírem ao trabalhador a condição de colaborador. A gestão moderna incentiva a participação e o protagonismo dos funcionários.

As nações do mundo que possuem mais indústrias estão na Europa, nos Estados Unidos e no Japão. Na América Latina, o Brasil é considerado um dos países mais industrializados, tendo um parque industrial moderno e diversificado.
By: Augusto Lobato Teixeira, Giovani Leandro, Matheus Vinicius Justino, Miqueias da Silva e Lucas Santarém .                                       


Indústrias Tradicionais

   
As indústrias tradicionais são aquelas que utilizam grande quantidade de mão-de-obra, com pouca aplicação de capital e baixo desenvolvimento, como a de produtos alimentícios e a têxtil. A indústria de produtos alimentícios acompanhou o aumento quantitativo do mercado interno, do qual destina quase toda sua produção. Grande parte das indústrias do setor, localiza-se perto dos grandes centros de consumo, embora também haja muitos estabelecimentos em zonas produtoras de matérias-primas. Subsistem, contudo, numerosas e pequenas unidades fabris dispersas pelo território, vinculadas às necessidades de consumo diário da população. 
Desde o surgimento das indústrias ocorre, nos modos de produção, um processo de desenvolvimento objetivando alcançar maior eficiência. Essa dinâmica é necessária para a maximização da atividade econômica capitalista, com investimentos em pesquisas para aumentar a produtividade e reduzir os custos durante a produção, de forma que o lucro gerado possa ser o maior possível.
        Após as Revoluções Industriais, que inseriram novas tecnologias nos modos de produção, a atividade industrial pôde ser classificada conforme três vertentes de acordo com seu aparato tecnológico: indústrias tradicionais; indústrias modernas; indústrias de tecnologia de ponta.
Indústrias tradicionais – utilizam pouca tecnologia e muita mão de obra, são pouco automatizadas, e suas máquinas são pesadas. Necessitam de muitas matérias-primas e fontes de energia no processo produtivo. Não exigem mão de obra qualificada para exercer a maior parte da produção. São exemplos de indústrias tradicionais as têxteis, de vestuário, calçados, metalúrgicas e siderúrgicas.
Indústrias modernas – dotadas de recursos tecnológicos mais avançados e por um nível de automação maior que o das indústrias tradicionais, consequentemente há redução de mão de obra em relação às indústrias tradicionais. Exigem mão de obra com qualificação na maior parte do processo produtivo. Como exemplos de indústrias modernas estão: as petroquímicas, as fábricas de papel e de celulose e as montadoras de automóveis.
Indústrias de tecnologia de ponta – fruto da revolução tecno-científico-informacional, as indústrias de ponta utilizam recursos tecnológicos altamente sofisticados, estão em constante processo de inovação, com altos investimentos financeiros para o desenvolvimento de pesquisas. Exigem mão de obra extremamente qualificada para o desenvolvimento da produção. São exemplos de indústrias de tecnologia de ponta as de informática, telecomunicações, farmacêutico, biotecnologia, produtos eletrônicos, aeroespacial, entre outros.
By: Danielly Maximo, Gabriela Leandra, Juliana Verola e Laura Lima.


Indústria de Bens Intermediários


O setor da indústria consiste em transformar matérias primas em vários tipos de mercadorias pelo meio do trabalho humano. Essa atividade é classificada em três grupos: indústrias de bens de produção, indústrias de bens intermediários e indústrias de bens de consumo. Hoje vamos ver do que se trata a Indústria de Bens Intermediários.



A Indústria de Bens Intermediários nada mais é do que o fornecimento de produtos beneficiados. Produzem equipamentos e maquinas que são utilizados nos diversos segmentos das indústrias de bens de consumo. São eles: tratores, diversos maquinários, motores, automóveis, autopeças como rodas, pneus, etc.

By: Luana Ikeda, 2ºA







Trabalho Infantil



No início do Século XIII marcou por conta da Primeira Revolução Industrial da Inglaterra, ocorrendo mudanças econômicas no sistema de produção. E junto com a revolução veio o surgimento de novas classes sociais e a exploração do Trabalho Infantil nas fábricas.
Uma das práticas mais comuns no início da Revolução Industrial era recrutar da mão de obra infantil nos orfanatos. As crianças órfãs eram levadas para as fabricas, onde passam a viver, e eram exploradas em jornadas de trabalho de equivalente até 15 horas diárias, pois começavam às 5 horas da manhã e terminava às 7 horas da noite. Os salários também eram bem inferiores, correspondendo à quinta parte do salário de uma pessoa adulta. Além disso, as condições de trabalho eram muito precárias e as crianças estavam expostas a acidentes fatais e a diversas doenças.
O longo tempo de trabalho gerava cansaço nas crianças, o que acabava diminuindo o ritmo das atividades. Castigos como socos e outras agressões eram aplicados para punir a desatenção. As crianças que chegavam atrasadas ou que conversavam durante o trabalho também eram castigadas. As que fugiam eram procuradas pela polícia e fichadas quando encontradas. Dessa forma, a vida nas cidades trouxe grandes dificuldades para as crianças durante o processo de Revolução Industrial, que promoveu a exploração não só de adultos, mas também do trabalho infantil.
Tipos de trabalho
Havia duas formas de trabalho infantil durante a revolução industrial: crianças classificadas como parish apprentice (órfão aprendiz) e free labor children (crianças que trabalhavam nas fábricas junto com os pais). As primeiras eram crianças órfãs que ficavam sob os cuidados do governo britânico. Os donos das fábricas forneciam abrigo e comida em troca de seu trabalho; elas não recebiam qualquer remuneração em dinheiro. Aquelas que recebiam salários extremamente baixos ganharam o título de free labor children; algumas tinham apenas cinco anos de idade e trabalhavam em fábricas e minas de carvão. Em virtude do crescimento das tecelagens, muitas crianças trabalhavam em moinhos de algodão, onde passavam a maior parte do tempo em locais com muito pouco ar fresco e nenhuma atividade. Também eram contratadas para trabalhar em fábricas de fósforo, como limpadores de chaminés, e na fabricação de tijolos.

Condições de trabalho

O trabalho nas fábricas era um "refúgio" para famílias  que enfrentavam a fome e a morte. Os pais contavam com a renda dos filhos e viam esse trabalho como uma oportunidade. O trabalho na fábrica consistia de tarefas manuais repetitivas. As crianças trabalhavam em locais sem higiene e eram expostas a produtos químicos tóxicos e desagradáveis. As que trabalhavam em fábricas de fósforo entravam em contato com altos níveis desse material, o que causava o apodrecimento de seus dentes. Algumas morreram pela inalação excessiva de gases fosfóricos. Nos moinhos de algodão, as crianças frequentemente manipulavam máquinas perigosas e sofriam ferimentos e acidentes graves. Algumas caíam dentro das máquinas pelo sono causado em virtude do excesso de horas de trabalho, ao passo que outras eram esmagadas por máquinas perigosas. As que trabalhavam nas minas de carvão morriam por causa de explosões e ferimentos.


By: Daniela Carla e Rafaela Fernanda, 2ºC.



Linha de produção :

Pode ser entendida como uma forma de produção em série, onde vários operários, com ajuda de maquinas, especializados em diversas funções específicas e repetitivas, trabalhando de forma sequencial, chega-se a um produto semiacabado ou acabado; ocorre quando um estabelecimento industrial com o auxílio de máquinas transformam as matérias-primas e produtos semiacabados em produtos acabados destinados ao consumo. A forma mais característica, a da montagem em série, foi inventada por Henry Ford, empresário estadunidense do setor automobilístico. Graças a ela, Ford conseguiu produzir em massa seu famoso carro Ford T. Na forma da montagem em série a indústria é associada a uma maquina, com cada operário se especializando pela repetição em uma determinada função. Criticada por "desumanizar" o homem, sofreu um dos mais famosos ataques quando Charles Chaplin realizou o filme tempos modernos, fazendo com que o seu personagem Carlitos sofresse uma crise nervosa ao trabalhar como autômato uma linha de produção.
História:
O processo desenvolvido por Ford foi iniciado no dia 07 de outubro de 1913 em sua fábrica em Highland Park. Este sistema foi idealizado após Henry Ford ter analisado experiências bem sucedidas como: o moinho automatizado desenvolvido por Oliver Evans, a montagem de espingardas desenvolvida por Eli Witnney ou a produção de revólver de Samuel Colt entre outras experiência.




Produção de Massas : é o termo que designa a produção em larga escala de produtos padronizados através de linhas de montagens . Este modo de produção foi popularizado por henry Ford no início do século 20, particularmente na produção do modelo Ford T. A produção em massa se tornou um modo de produção muito difundido pois permite altas taxas de produção por trabalhador e ao mesmo tempo disponibiliza produtos a preços baixos.
A Produção em massa faz uso intensivo de capital ou seja, utiliza uma alta proporção de máquinas em relação ao número de trabalhadores. Com o custo do trabalho mais baixo e alta taxa de produção, a proporção de capital aumenta enquanto as despesas correntes diminuem, em comparação com outros modos de produção. Porém, o montante capital necessário para montar o parque de máquinas de uma fábrica é tão alto, que é necessário um certo grau de segurança, ou seja, é preciso que o retorno do investimento, seja garantido, para que o risco seja assumido pelo capitalista.





 By: Amanda Sinastre